EM BREVE TEREMOS NOVIDADES.
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1 de dez. de 2014

Os amigos que os filhos trazem!


Ao longo das nossas vidas, as amizades surgem de maneiras distintas, mas precisamos estar disponíveis para que elas acontecem. Os nossos primeiros amigos, normalmente, são nossos irmãos e primos, depois nossos colegas da escola, os filhos dos amigos dos nossos pais, os colegas na faculdade, do trabalho, dos cursos... mas existe uma "categoria" de amigos, que vem com os filhos: os pais dos coleguinhas dos nossos filhos da escola

Desde pequena gostava de fazer amigos e minha filha, felizmente, puxou a mim nesse aspecto, pois faz amigos com facilidade. Com a chegada de Vitória, meio network mudou um pouco e ampliou também. Passou a ser de amigos que tenham filhos e agora, a nova categoria, os pais dos coleguinhas dos nossos filhos. 

Nem sempre as pessoas estão dispostas a construir uma relação de amizade, mas costumo dizer que comigo não tem essa história: EU CONSTRUO POR MIM e POR ELES. Kkkkkkkkkkkk! Brincadeiras a parte, construir amizade leva tempo e não é fácil, mas não tem coisa melhor. Como mãe de uma menininha, ainda filha única, busco oportunizar encontros entre crianças da mesma idade e, felizmente, encontrei algumas boas amizades... nem todas se interessam por estreitar os laços, mas aquelas que permitiram a "nossa chegada" em suas casas e famílias, tem sido muito gratificante. 

É muito importante oportunizar aos filhos que se relacionem com outras crianças e outras pessoas, além do nosso ciclo familiar. Então, sempre que posso, busco criar oportunidades para estreitar essas novas AMIZADES. Gosto de fazer novos amigos e a experiência, fruto das "amizades escolares" de Vitória, tem sido muito gratificante.

Estejam abertos para as pessoas e oportunidades! As boas amizades surgem de onde nós menos esperamos. Obrigada as minhas novas amigas!




28 de out. de 2014

Blog Kids InDoors


Mais uma Blogueira Amiga do Ciranda Contada! Dessa vez, a Gisele, do Blog Kids InDoors. Um Blog maravilhoso, inspirador e muito divertido. Conheçam um pouco mais do trabalho dessa amiga de Brasília!

O livro que Gisele indica é O GRÚFALO da Brinque-Book. 
Publicado em: 23 de março de 1999
Autora: Julia Donaldson
Ilustrador: Axel Scheffler
Um clássico! 
Sinopse: Usando de astúcia e imaginação, um ratinho vai criando um monstro terrível e assustador, o Grúfalo, e diverte-se espantando seus predadores. Mas qual não é o seu espanto ao ver sua imaginação personificada à sua frente. O Grúfalo, de Julia Donaldson, é uma divertida fábula sobre os poderes da nossa imaginação. As bonitas ilustrações, de Axel Scheffler, complementam a graça do texto e convidam a acompanharmos o ratinho em seu passeio pela floresta.
História de Gisele com o livro:

Quando as minhas crianças começaram a ir para a escola, eu obviamente comecei a frwquentar mais assiduamente a biblioteca dela, para ver o que a gurizada estava lendo...Um dia um guri devolveu o Grúfalo, bem quando eu estava retirando livros e pedi pra retirá-lo tb. Porém a bibliotecária disse que não, pois havia uma fila de espera gigante. O livro NUNCA ficava na estante. E só tinha um exemplar. Coloquei meu nome na lista tb e só depois de 2 meses pude levar o livro pra casa! Sucesso total com as crianças e me apaixonei. Comprei um exemplar pra mim! Depois de muitooos anos virei parceira da Brinque-Book, em função do blog, e eles me mandaram um livro autografado pelo ilustrador, quando ele esteve no Brasil, o ano passado! Eu pulava de alegria, parecia criança pequena que ganha presente do Papai Noel!! 

Contatos:
kidsindoors@gmail.com
skype: gisele.artes
Fanpage: www.facebook.com/kidsindoors
Twitter/Instagram: @kidsindoors
www.kidsindoors.com.br

Crédito da foto: Line Sena

21 de jul. de 2014

Os Diferentes Tipos de Mães



O texto (anexo) é lindo. Fala dos diferentes tipos de mãe.

Fiquei pensativa. Comecei a me questionar.

Li os comentários referentes, buscando uma saída.
...
O que eu escreveria?
Que tipo de mãe sou eu?
...
Sempre tive ajuda: babá, (ex) marido, mãe (ficou o primeiro mês comigo em SP). Mesmo com toda ajuda, tinham coisas que não podiam ser delegadas.

Coisas que só a mãe resolve.

É a amamentação que nutre, é a voz que passa segurança, é o cheiro que conforta, é o colo que acalma o choro. É a mãe.

Sempre fiz questão de estar presente em todos os momentos importantes, inclusive nos momentos de dor. Vacinas, furar orelhinha, tirar sangue... Dá licença que é a mamãe que segura. Achava, e acho, importante que eles vejam que estarei sempre ao lado deles, que nos momentos de dor a mamãe sempre estará ali, segurando a mão deles. Que não dá para anular a dor, mas que dá pra passar segurança e conforto. Que sofrer às vezes é necessário, mas é passageiro.

Sei que é difícil tirar um tempinho só pra gente. Ainda mais quando se é mãe de gêmeos. Passava 17 horas ininterruptas numa poltrona de amamentação. Nas outras horas tratava de me cuidar, curtir o marido e... dormir!!

Na maioria das vezes não conseguia dormir mais de duas horas seguidas, mas tentava! Fechava a porta do meu quarto, deixava o leitinho fresco e pedia ajuda: "Marido, babá, por favor, preciso dormir, descansar". Sabia que isso era necessário para me recompor, produzir leite e ter uma relação saudável com os meus filhos.

Sempre encarei que os meus filhos não eram um fardo e sim uma benção. Então, não era pra sofrer e sim pra ser feliz. Depois de uma consulta ao pediatra, onde ele me viu exausta, muito angustiada por não aceitar entrar com o complemento da amamentação, ele me alertou: "aceite ajuda, tente descansar para curtir os seus filhos. Uma mãe estressada, exausta, não irá fazer bem para o filho".

Os meus filhos sempre me trouxeram só felicidade. Me cerquei de cuidados e de ajuda e tratei de relaxar!

Aos 4 meses, mesmo com o coração na mão, voltei a trabalhar. Conseguia voltar para amamentar no almoço, saia mais tarde de casa e mais cedo do trabalho. Uma rotina flexibilizada em função dessa adaptação.

Um mês depois, Rodrigo não quis mais o peito e, mais um mês, foi a vez da Rafa. Isso doeu... Chorei, como nunca tinha chorado. Nunca chorei de desespero, de achar que não ia dar conta. Chegava ao meu limite do cansaço, mas era suportável. Mas o desmame foi arrebatador. Dois dias chorando e culpando a minha vida profissional. Depois vi que era a evolução natural das coisas. Que eles estavam crescendo e já tinham outras necessidades.

Sempre me trabalhei para não ser uma mãe neurótica. Mas culpa sempre esteve ao meu lado. No último mês de gestação, o meu obstetra me falou: "Olivia, sempre que um bebê nasce, vem com ele o sentimento de culpa. Está incluso no pacote, esteja preparada pra isso". É a mais pura verdade!! rs

Me sentia culpada por não estar 100% dedicada a um filho, visto que, ao mesmo tempo, eu tinha outro precisando da mesma atenção. Tinha culpa por trabalhar fora e ficar longe dos meus filhos durante o dia... Posso dizer que sou muito realizada como mãe e como profissional, mas a culpa sempre esteve do meu lado.

Ainda estou aprendendo a lidar com ela. Estou aprendendo que é preciso me dividir e me multiplicar. Adoraria poder levar e buscar os meus filhos todos os dias na escola. Adoraria almoçar diariamente com eles. Adoraria sempre dar banho neles. Mas tenho que reconhecer que não posso, que preciso de ajuda.

Em contrapartida, tomo café da manhã com eles, falamos durante o dia e à noite o meu tempo é nosso. Falamos sobre como foi o dia. Como foi na escolinha, tudo que aconteceu. Trocamos presentes (normalmente, flores rs). Lemos livros, desenhamos, assistimos algum filme, brincamos de Lego, fazemos teatrinho... Escovo os dentes, os ponho na cama, conto estorinhas... Eles dormem e eu sigo feliz.

Não tem felicidade maior que começar e terminar o dia com os meus filhos. O que acontece nesse meio tempo só alimenta a nossa vontade de ficar junto e o nosso repertório de vida. Hoje vejo que é importante também essa separação. Para que eles se desenvolvam em outras comunidades (escola, natação, amiguinhos...) e para que eu me realize profissionalmente. O que eu faço, como eu me comporto, o que eu leio, o que eu digo e o que eu vejo são também heranças, referências importantes, que eu deixo para os meus filhos.

3 anos se passaram nessas linhas acima. Com eles eu vivi muito mais coisa do que nos outros 31 somados. Engravidei, me despedi do meu pai, virei mãe, conheci o amor incondicional, aprendi a conciliar a maternidade com a profissão, me separei, mudei de estado, de casa, de emprego... Aprendi bastante e vejo que esse não é nem o começo.

Tantos desafios bons pela frente. As crianças estão cada dia mais gostosas e eu amo cada vez mais a maternidade! Ela me ensinou que eu tenho que estar bem comigo para estar ainda melhor com os meus filhos. Obrigada, crianças, vocês me ensinam, me alegram e me fazem melhor sempre.

Ah...! Que mãe eu sou?

A que eu consigo ser. Com todo o meu amor e com toda a minha culpa. E com a compreensão de que não precisa ser perfeito para ser ótimo.

http://www.macetesdemae.com/2014/04/carta-de-uma-mae-que-trabalha-fora-para-uma-mae-em-tempo-integral-e-vice-versa.html




19 de jul. de 2014

O que tem dentro da sua fralda?



Como mães nós vivenciamos muitas fases na vida dos filhos, mas para as mães de primeira viagem, tudo torna-se NOVO e ESPECIAL. O momento de tirar a fraldinha, por exemplo, pode ser exigente e um livro que me ajudou MUITO foi "O que tem dentro da sua fralda?" (Editora Brinque Book)

Esse livro é maravilhoso, indico a TODAS AS MAMÃES!!! Ele é extremamente interativo! A criança participa de cada momento. É a história de um ratinho, muito curioso, que quer saber como tudo funciona por dentro dos brinquedos, dos buracos, das pedras... e um dia chegou a vez de seus amigos. Sem pensar duas vezes, o ratinho perguntou para seu amigo Coelho:

- "Coelho, deixa eu ver o que tem dentro da sua fralda?"

Será que o Coelho vai deixar? Conheçam o resultado dessa busca. É uma variedade imensa de cocozinhos... As crianças se divertem, os pais também e é uma grande ajuda no processo de desfraldamento. Lembro que Vitória me pedia para ler 4, 5 vezes seguidas... a ajudou bastante no uso do peniquinho. 





As ilustrações são lindas, as abas mantém a surpresa dos cocozinhos... é bom demais!!!

Informações
Título - O que tem dentro
Autor - Guido Van Genechten
Editora - Brinque Book
Tema - Desfraldamento, Crianças, Confiança, Amizade

12 de jul. de 2014

101 Coisas que você precisa fazer com seus filhos antes que eles cresçam


Esse livro é duplamente especial!! Primeiro porque ele fala de coisas simples que, nós mães, podemos e devemos fazer com nossos pequenos antes que eles cresçam; segundo porque foi escrito por Nanna Pretto, filha de uma grande amiga, Nadya Argolo. Muitas saudades!!!

Utilizaremos as dicas de Nanna em nosso Blog e nossa página do Facebook, pouco a pouco, assim vocês poderão conhecer TODAS as dicas aos poucos. O que acham??

Sinopse - Poderia ser um livro de memórias, brincadeiras ou apenas de fazer rir, talvez seja tudo isso ou somente um livro que sugere, dentre um universo amplo, as 101 coisas que você precisa fazer com seus filhos antes que eles cresçam. Com uma proposta diferente o livro traz um projeto gráfico sensacional que mistura a imagem fotográfica com a criatividade da ilustração complementado com um texto gostoso e, por que não, necessário. Torço para que esse livro estimule a criatividade, aqueça os corações de todos e que gere histórias maravilhosas para, quem sabe, sejam usadas para compor o próximo livro.
Informações
Título - 101 Coisas que vocês precisa fazer com seus filhos antes que eles cresçam
Autor - Nanna Pretto
Editora - Hunter Books
Tema: Maternidade, Filhos, Pais e Filhos,

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