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18 de mar. de 2015

Livros sobre como ser sociável

A sociabilidade começa desde cedo, e é possível ensinar as crianças a serem mais sociáveis e extrovertidas. Uma das formas de fazer isso é por meio da literatura e seus personagens. O Patinho Feio, por exemplo, pode ser trabalhado para mostrar a importância de aceitar as pessoas como elas são e de conviver com as outras pessoas. Afinal, uma criança sociável é capaz de fazer e de manter amizades, de expressar e compreender sentimentos e opiniões e respeitar o outro.

Nesta série especial do Educar, selecionamos livros que incentivam, de alguma forma, o desenvolvimento das chamadas habilidades socioemocionais. Aproveite as dicas para ler junto com o seu filho: a leitura acompanhada - quando você lê para a criança - ou compartilhada - quando vocês leem o mesmo livro e depois o discutem - podem ser ferramentas fabulosas para reforçar os laços e aprender juntos. Aproveite a experiência para conversar sobre a mensagem da história, as personagens e qualquer outro tema decorrente da leitura.

A seguir, veja livros que incentivam o desenvolvimento da sociabilidade.

1. O Patinho Feio, de Hans Christian Andersen



            Esse clássico da literatura infantil conta a história de um patinho não aceito e considerado feio pelos outros patos. Na verdade, porém, ele é apenas... diferente.

    Palavra de especialista: "O patinho é diferente dos outros, o que impede que ele se sociabilize. Com um final surpreendente, o conto critica o modelo pela diferença", analisa o professor Thiago Veríssimo, pesquisador da área de literatura de Belém (PA) e defensor dos aprendizados por meio da fantasia - e os contos de fada e fábulas são perfeitos para isso. "O grande interesse das crianças pela literatura infantil é o imaginário. Trabalhar problemas reais de maneira simbólica é a grande vantagem", diz.

    Converse com o seu filho: Será que ele conhece um "patinho feio" ou ele mesmo se sente assim às vezes? O conto parece ter sido feito sob medida para os nossos tempos, em que o bullying nas escolas tem sido tão discutido. Mais do que consolar uma criança que não se sente aceita, ele pode abrir os olhos dela para a sociabilidade: se ela aceitar os coleguinhas como eles são, certamente ela também será mais aceita.

   2. O Roubo do Arco-Íris, de Katia Canton




            Quem tem amigos tem tudo, não é verdade? Nesta gostosa aventura, três crianças adoram o arco-íris e querem entender por que ele não apareceu desta vez. O trio fica bem unido na missão de desvendar o mistério e até faz uma nova amizade um tanto inesperada, mostrando que a sociabilidade é uma ferramenta importante para realizar uma grande tarefa.

    Palavra de especialista: "Essa história fantasiosa, que tem até uma bruxa, pode servir como base para tratar da importância da amizade e da colaboração, além de introduzir questões de ciências na explicação sobre o arco-íris", indica a professora da Educação Infantil Andréia Riconi, que pesquisa literatura na Universidade Federal de Santa Catarina.

    Converse com o seu filho: Uma história alegre e com uma boa mensagem, ideal para ler para o seu filho antes de dormir. Com quais amiguinhos será que ele gostaria de viver uma aventura como essa?

 3. Chapeuzinho Amarelo, de Chico Buarque




            A bela adaptação da Chapeuzinho Vermelho, toda em versos, fala de uma garotinha com muitos medos - principalmente de um lobo capaz de comer não só a vovozinha, mas também várias outras pessoas, além de muita comida. Trata-se de uma narrativa sobre a superação do medo, que pode fazer uma ponte com a questão da sociabilidade: afinal, muitas vezes não nos abrimos a novas amizades por puro receio.

    Palavra de especialista: "As crianças têm medos, e um deles é o do desconhecido - no caso, o lobo, que simboliza isso", examina o professor Kall Sales, que também é colaborador do ENEM. Trabalhando a ideia do medo por meio do texto rimado e delicioso de Chico Buarque, indiretamente se trabalha também a abertura a novas experiências e ao conhecimento de novas pessoas. No livro, ao se defrontar com o lobo que tanto imaginara, a Chapeuzinho se dá conta de que não precisava ficar tão apavorada.

    Converse com o seu filho: As outras pessoas lhe despertam medo? E será que esse medo tem fundamento? Incentive seu filho a se lembrar de alguma vez em que superou o receio de fazer amizade com um amiguinho após conhecê-lo melhor.

4. A História de Fernão Capelo Gaivota, de Richard Bach


            Perdão, amor e liberdades são os principais temas da história da gaivota Fernão, inconformada com a rigidez da vida de gaivota. Ao mudar de bando - passando a aprender com mestres gaivotas no novo grupo -, Fernão percebe que, acima de tudo, tem de ser fiel a si mesmo.

    Palavra de especialista: O professor e pesquisador na área de literatura Davi Gonçalves ressalta que o livro mostra outro lado da sociabilidade - os limites entre os outros e a individualidade. "A lição que podemos depreender desse belo livro é que temos de dar atenção aos outros, mas não a ponto de abrir mão do que nos é essencial", diz.

    Converse com o seu filho: Em que situação seu filho preferiu se manter diferente das outras crianças? Como foi a experiência?

5. O Pequeno Príncipe, de Antoine Saint-Exupéry




            Perdão, amor e liberdades são os principais temas da história da gaivota Fernão, inconformada com a rigidez da vida de gaivota. Ao mudar de bando - passando a aprender com mestres gaivotas no novo grupo -, Fernão percebe que, acima de tudo, tem de ser fiel a si mesmo.

    A celebrada narrativa poética do principezinho que mora sozinho em um asteroide e tem - a princípio - apenas uma rosa um tanto temperamental para lhe faze companhia.

    Palavra de especialista: "Uma das famosas mensagens do livro é ‘essencial é invisível aos olhos’, o que nos leva a questionar pré-julgamentos e não se basear nas aparências", avalia o professor de língua e literatura Kall Sales, de Fortaleza (CE). Assim, com a história sensibilíssima do principezinho, podemos aprender que é preciso conversar com alguém e procurar conhecê-lo antes de se precipitar em julgamentos superficiais que podem até impedir a formação de grandes amizades.

    Converse com o seu filho: "Para focar na sociabilidade, eu partiria de um recorte dos diálogos com a flor, a raposa e a cobra", sugere o professor. Com base nas interações do protagonista, é possível questionar como fazemos amigos e como podemos escolher os nossos amigos. A doçura do Pequeno Príncipe, sua atitude aberta e curiosa, é um exemplo interessante de sociabilidade.

 

6. Insônia, de Marcelo Carneiro da Cunha.



            Perdão, amor e liberdades são os principais temas da história da gaivota Fernão, inconformada com a rigidez da vida de gaivota. Ao mudar de bando - passando a aprender com mestres gaivotas no novo grupo -, Fernão percebe que, acima de tudo, tem de ser fiel a si mesmo.

    A personagem Cláudia vive sob a ausência da mãe, que perdera quando criança. A partir disso, a adolescente é obrigada a amadurecer e adquirir autonomia, na medida em que seu pai se mostra um homem um tanto desorganizado. Apesar das responsabilidades, Cláudia mantém amizades, principalmente com Carla, porém, o curioso aqui será o vínculo estabelecido com uma mulher mais velha, de certa maneira suprindo uma necessidade de vínculo materno por parte da protagonista e revelando uma das curiosidades do livro quanto ao tema da sociabilidade.

    Palavra de especialista: "Esta obra praticamente introduz na literatura brasileira o tema dos relacionamentos virtuais, uma vez que Cláudia mantém conversas na internet importantes para o enredo", ressalta Vinicius da Silva Rodrigues, professor de literatura do Colégio Santa Cecília e do curso pré-vestibular Fleming Medicina, ambos em Porto Alegre (RS). "Ainda que o romance seja um tanto datado nesse sentido (trata-se de um livro lançado no final dos anos 1990), é possível dialogar com o mesmo tranquilamente ainda hoje, mesmo em tempos de redes sociais bem mais evoluídas".

    Converse com o seu filho: Como a personagem reage à ausência da mãe? Que papel as amizades desempenham nesse cenário. Em relação ao uso da internet, o livro é um bom ponto de partida para discutir como as relações mudaram ao longo desses últimos 20 anos.

   7. O Apanhador no Campo de Centeio, de J. D. Salinger


            O jovem Holden Caulfield é expulso de um internato e empreende uma jornada de volta para casa, exprimindo seu olhar amargurado, mas também um tanto ingênuo, sobre sua família, seus amigos e seus antigos professores. Ele se lembra constantemente de uma cantiga, que se confunde em seus pensamentos com uma imagem de sonho, em que é um catcher de beisebol, tentando segurar crianças num campo de centeio para que elas não caiam num precipício. Com isso, Holden parece querer segurar sua própria inocência, evitando cair no "precipício" do mundo adulto, só encontrando a paz de espírito e o afeto em Phoebe, sua irmã mais nova, na medida em que sua jornada também parece ser, na verdade, em direção a ela.

    Palavra de especialista: "Uma boa forma de discutir um conceito é analisá-lo às avessas: o clássico de J. D. Salinger mergulha nos pensamentos de Holden Caulfield, um rapaz de 17 anos nitidamente antissocial", apresenta o professor Vinicius da Silva Rodrigues. Sem dúvida, não faltam adolescentes que se identificam com essa "antissociabilidade" - e é justamente por isso, além de seu valor literário, que o livro de Salinger merece ser lido nessa fase da vida.

    Converse com o seu filho: Esse clássico da leitura adolescente é tão cheio de nuances, que vale a pena permitir que o jovem expresse, por si mesmo, o que a leitura lhe provocou. A partir disso, vocês podem explorar temas como solidão, independência e perspectivas de futuro.

Fonte: Educar para Crescer












16 de jan. de 2015

Desafio do Livro


Minhas amigas blogueiras compartilharam e não resisti!!! Qual desses livros vocês conseguem ler? Lançamos o desafio!!!
#tagcultural #ciramdacontada

8 de nov. de 2014

9º BookCrossing Blogueiro



Super feliz!!! Nosso Blog Ciranda Contada participará pela primeira vez do BookCrossing Blogueiro, no período de 8 a 16 de novembro. Graças a dica do @Kids Indoors - Dicas para entreter crianças "presas" em casa!! Valeu Gisele!


A propostado BookCrossing Blogueiro é a seguinte: basta ter um livro que queira libertar. Escrever uma dedicatória ou bilhete, avisando que o livro não está perdido e convidando quem o encontrou a ler e depois libertá-lo novamente. 



Escolher um lugar público e protegido para libertá-lo.
Também poderá procurar por Pontos Oficiais do Bookcrossing 
Você pode fazer uma postagem em seu blogue contando qual livro libertou e, se quiser aprofundar na participação, faça uma resenha ou conte o que achou do livro - Muitos participantes gostam de fotografar o momento da libertação, mas você pode fazê-lo ou não. Fica à seu critério. 

Quem não tiver blogue poderá participar através das redes sociais, publicando na página do evento ou em sua própria página. 

#dicaskidsindoors #livros #bookcrossing #surpresadelivro #doação#literaturainfantil #literaturajuvenil #cirandacontada #primeiroano

13 de out. de 2014

8 dicas para estimular seu filho a escrever


Para qualquer lugar que se olhe é possível perceber: vivemos em um mundo letrado. Nomes de lojas, indicações no trânsito, anúncios, destinos de ônibus, embalagens de produtos, na caixa do brinquedo, no videogame, as letras estão por toda a parte, dentro e fora de casa. E por isso, o contato das crianças com a escrita acontece muito antes de isso ser trabalhado formalmente na escola.

São os pais, portanto, os primeiros a terem a oportunidade de apresentar esse maravilhoso universo a seus filhos e ajudar a tornar a escrita, mais do que algo prático, em um prazer. Não se trata, no entanto, de assumir a missão de ensinar o filho a escrever. Apenas criar (e manter) uma boa base para o trabalho que a escola fará depois.

"Tão importante quanto um ambiente que seja favorável e estimule a curiosidade é o respeito ao ritmo da criança. Não é saudável a ansiedade em ver o filho escrevendo precocemente, pois isso gera uma pressão que poderá levar a um desinteresse mais para frente", comenta Sonia Maria Sellin Bordin, fonoaudióloga doutorada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Mesmo após o período de alfabetização, há muito o que fazer em casa. "É preciso trazer a escrita para a rotina e envolver a criança em situações nas quais ela é utilizada", defende Silmara Carina Munhoz, doutora em psicologia e professora da Faculdade de Educação da UnB (Universidade de Brasília).

As duas especialistas apresentam dicas de como despertar e ajudar seu filho a manter o gosto pela escrita.
Para ler, clique nos itens abaixo:

1. Repensar a própria relação com a escrita
Para que o estímulo seja efetivo ele deve vir de alguém que tenha real envolvimento com a escrita. "É preciso deixar de encarar a escrita como um bicho-papão, enfrentar seus próprios medos e limites. Caso contrário é como alguém que não gosta de brócolis querer convencer o filho de que brócolis é gostoso", afirma Silmara Carina Munhoz, doutora em psicologia e professora da Faculdade de Educação da UnB (Universidade de Brasília). "Quem tem dificuldades ou receios pode aproveitar o momento para vencê-los junto com a criança e criar novos hábitos relacionados ao ato de escrever"

2. Saber que tudo começa com a leitura
Quem lê bastante escreve bem. Seguir as recomendações de como incentivar o gosto pela leitura é também estimular a escrita.

3. Criar um ambiente no qual regras são seguidas
Para escrever é necessário seguir regras. "Não posso escolher qualquer letra para escrever a palavra ‘casa’. É preciso seguir a convenção estabelecida e isso é mais facilmente compreendido por quem está acostumado com regras", diz Sonia Maria Sellin Bordin, fonoaudióloga doutorada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

O ideal, então, é envolver a criança na dinâmica familiar, indicando que ela, assim com os demais membros da família, possui deveres. "Para os pequenos pode ser algo simples como colocar o travesseiro no armário. O importante é que haja algo e isso vá se ampliando conforme as condições de cada faixa etária", explica.

4. Usar a escrita rotineiramente

Manter papel e lápis ao alcance de todos da casa e não perder a oportunidade de usá-los nunca. "Chegou tarde em casa e o filho já estava dormindo? Deixe um bilhete dizendo que você passou no quarto dele para dar um beijo de boa noite", exemplifica Silmara Carina Munhoz, doutora em psicologia e professora da Faculdade de Educação da UnB (Universidade de Brasília).

Outro bom momento é a hora de fazer a lista de compras do supermercado, que pode ser escrita de forma conjunta, até mesmo pelos menorzinhos (que podem "anotar" desenhando ou rabiscando que é preciso comprar sua bolacha favorita).

5. Promover jogos e atividades com escrita
Sua filha é fã de um ator ou grupo musical? Que tal, juntas, procurar fotos e informações e escrever um perfil dele? O menino torce para um time de futebol? Chame-o para fazer como você um cartaz do time, com as principais conquistas e jogadores famosos. Ou seja, a sugestão é aproveitar os assuntos de interesse para produções escritas.

"Mas é importante que isso não se torne uma obrigação. E é para ser feito a quatro ou mais mãos, de forma prazerosa. Não pode ser uma tarefa que a mãe passa para o filho fazer sozinho e que irá cobrar depois", ressalta Sonia Maria Sellin Bordin, fonoaudióloga doutorada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

6. Valorizar a produção
"As primeiras tentativas da criança serão rabiscos. Ela fará um garrancho e irá dizer que desenhou a mãe, o pai, a avó. É preciso reconhecer este grande passo que é entender que um símbolo pode representar algo e não desestimular dizendo que aquilo não é o desenho de uma pessoa", diz Silmara Carina Munhoz,

Isso vale para todos os momentos da escrita. Receber um bilhete e logo apontar que há erros como a falta de uma letra em uma palavra ou que, por exemplo, "casa" não é escrito com "z", só irá reduzir a espontaneidade da criança.

Ao contrário, é preciso adotar pequenos gestos, como guardar um desenho ou um bilhete da criança, ou acompanhar o que o filho escreve em blogs ou nas redes sociais e interessar-me pela poesia que ele criou. "Isto mostra que você valoriza esta forma de comunicação", comenta a doutora em psicologia e professora da Faculdade de Educação da UnB.

É importante também que os pais também produzam e compartilhem suas criações.

7. Preocupar-se com a caligrafia na medida certa
Não é preciso exigir do seu filho excessos de capricho na letra. O importante é que seja possível entender o que ele quis escrever. Caso a letra prejudique o entendimento, vale chamar a atenção. "Um modo bastante prático é deixar um bilhete com um assunto de interesse de seu filho com trechos impossíveis de ler por causa da letra. Ele perceberá como isso atrapalha a comunicação", sugere Sonia Maria Sellin Bordin, fonoaudióloga doutorada pela Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).

Uma saída pode ser os famosos cadernos de caligrafia. Mas o ideal é debater o assunto com o professor para buscar a melhor solução.

8. Não abandonar o processo
O envolvimento da família com a escrita não pode ser encerrado só porque já se percebe que a criança ou o jovem já tem total autonomia no escrever. Os bons hábitos e atividades devem ser mantidos e ainda ampliados, tornando-se algo natural na rotina.

"É um erro comum. Pais deixam de ler histórias assim que seus filhos aprendem a ler, privando a criança daquele momento que ela tanto gostava, o que só desestimula", comenta doutora em psicologia e professora da Faculdade de Educação da UnB (Universidade de Brasília).

Via Educar para Crescer









1 de out. de 2014

CEU Paz é a próxima parada da Biblioteca itinerante da Callis



Crianças e adultos vão ter contato com acervo de mais de cem títulos da editora. O evento com a ‘Callis Mambembe’ tem entrada gratuita e será realizado no próximo dia 08 de outubro.

Logo - Callis Mambembe Imagine um veículo adesivado, colorido, com almofadas e repleto de livros infantis e infantojuvenis, que vai circular pelas escolas e instituições de São Paulo, levando literatura para crianças e adolescentes. Essa é a proposta do projeto social “Callis Mambembe”, que já está com sua próxima visita marcada para o dia 08 de outubro, no CEU Paz, em São Paulo.

O objetivo da iniciativa é aproximar os pequenos e os adultos de histórias que tratam de temas importantes para o desenvolvimento, como sustentabilidade, consumo consciente, trabalho em grupo e cooperação. “A ideia é que a Callis Mambembe visite uma escola por mês e conte com a presença de toda a comunidade”, afirma Miriam Gabbai, diretora da Callis.

A “Callis Mambembe” leva às instituições de ensino um acervo com mais de cem títulos para todas as idades. “Os participantes vão ter a oportunidade de ter contato com obras de grandes escritores”, afirma Miriam.

A visita tem duração de quatro horas corridas e é aberta ao público. As escolas que quiserem receber a Callis Mambembe podem enviar um email para contato@callis.com.br.

Informações:
Callis Mambembe - Biblioteca Itinerante de Livros Infantis
Data: 08/10/2014
Local: CEU Paz - Rua Daniel Cerri, 1549 - Jardim Paraná.
Horário: 10h às 15h
Entrada: Gratuita (Livre para todas as idades)

13 de ago. de 2014

Novidade - Callis Entrevista!

Novidade na Callis Editora!! É o Callis Entrevista :) Um espaço de conversa com autores, ilustradores e profissionais do livro! A cada 15 dias será publicada uma nova entrevista ;)

Nesse primeiro episódio, foi entrevistado o escritor e ilustrador Fernando Pires, que já publicou dois livros pela Callis Editora: "O gato e a pedra" e "Júnior e os biscoitos de zumbis”. Ele conta um pouco de sua paixão por Júlio Verne, gatos e desenho.

Para conferir basta clicar na imagem!!

31 de mai. de 2014

Devoradores de Livros


Alguém já ouviu falar dos "Devoradores de Livo"? Não, não sou eu, nem Vitória. É um site de incentivo ao hábito da leitura, que disponibiliza um jogo de perguntas e respostas sobre livros de literatura infantil e premia as crianças de acordo com seu desempenho.

O site é indicado ao público infantil de 6 a 11 anos. O objetivo do site é atender aos pais que desejam incentivar as crianças a entrarem no mundo da leitura de maneira, além das escolas e instituições que desejam integrar novas tecnologias ao método tradicional de ensino.


Informações
Site: http://www.devoradoresdelivros.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/devorlivros/timeline
Email: contato@devoradoresdelivros.com.br
Vídeo tutorial: https://www.youtube.com/watch?v=el6a9VEufSQ



27 de mai. de 2014

Bienal do Livro em São Paulo


A 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontecerá entre 22 e 31 de agosto de 2014 no pavilhão de Exposições do Anhembi. Com uma programação abrangente, o evento mescla literatura com diversão, negócios, gastronomia e cultura.

A Bienal reunirá as principais editoras, livrarias e distribuidoras do país. São cerca de 480 expositores participantes que apresentarão para 800 mil visitantes seus mais importantes lançamentos em um espaço total de 60 mil m².


23ª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SÃO PAULO
De 22 a 31 de Agosto de 2014
Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 - Santana - CEP 02012-021 São Paulo - SP


Horário de Visitação:
De 22 a 30 de agosto, 
de segunda à sexta-feira, das 9h às 22h (com entrada até as 21h)
sábados e domingos, das 10h às 22h (com entrada até as 21h)

Dia 31 de agosto, das 10h às 21h (com entrada até as 19h)
Embarque/Desembarque - Rua Marechal Odylio Dennys, oposto ao nº 70. 

Fonte: http://www.bienaldolivrosp.com.br/A-Bienal/Apresentacao/

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