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7 de ago. de 2014

A Importância da Leitura



Pesquisas do mundo todo mostram que a criança que lê e tem contato com a literatura desde cedo, principalmente se for com o acompanhamento dos pais, é beneficiada em diversos sentidos: ela aprende melhor, pronuncia melhor as palavras e se comunica melhor de forma geral. "Por meio da leitura, a criança desenvolve a criatividade, a imaginação e adquire cultura, conhecimentos e valores", diz Márcia Tim, professora de literatura do Colégio Augusto Laranja, de São Paulo (SP). 

Ler é um hábito poderoso que nos faz conhecer mundos e ideias. Descubra a importância da leitura para todas as idades!

A leitura frequente ajuda a criar familiaridade com o mundo da escrita. A proximidade com o mundo da escrita, por sua vez, facilita a alfabetização e ajuda em todas as disciplinas, já que o principal suporte para o aprendizado na escola é o livro didático. Ler também é importante porque ajuda a fixar a grafia correta das palavras. 

Quem é acostumado à leitura desde bebezinho se torna muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida. Isso quer dizer que o contato com os livros pode mudar o futuro dos seus filhos. Parece exagero? Nos Estados Unidos, por exemplo, a Fundação Nacional de Leitura Infantil (National Children's Reading Foundation) garante que, para a criança de 0 a 5 anos, cada ano ouvindo historinhas e folheando livros equivale a 50 mil dólares a mais na sua futura renda. 

Então, o que está esperando? Veja nossas recomendações e estimule seu filho a embarcar na aventura que só o bom leitor conhece. 

Quais são os benefícios da leitura?

Segundo o Ministério da Educação (MEC) e outros órgãos ligados à Educação, a leitura:

Desenvolve o repertório: ler é um ato valioso para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. É uma forma de ter acesso às informações e, com elas, buscar melhorias para você e para o mundo.

Liga o senso crítico na tomada: livros, inclusive os romances, nos ajudam a entender o mundo e nós mesmos.

Amplia o nosso conhecimento geral: além de ser envolvente, a leitura expande nossas referências e nossa capacidade de comunicação.

Aumenta o vocabulário: graças aos livros, descobrimos novas palavras e novos usos para as que já conhecemos

Estimula a criatividade: ler é fundamental para soltar a imaginação. Por meio dos livros, criamos lugares, personagens, histórias…

Emociona e causa impacto: quem já se sentiu triste (ou feliz) ao fim de um romance sabe o poder que um bom livro tem.

Muda sua vida: quem lê desde cedo está muito mais preparado para os estudos, para o trabalho e para a vida.

Facilita a escrita: ler é um hábito que se reflete no domínio da escrita. Ou seja, quem lê mais escreve melhor.

Quando começar a ler para meu filho?


O quanto antes. As pesquisas mostram que quem começa a ler cedo tem mais chances de se tornar um leitor assíduo. Mostram também que o contato com narrativas melhora o futuro desempenho da criança. Por isso, leia - ou conte as histórias que você conhece - para seu filho desde bebê. É importante usar a entonação e a emoção!

Como incentivar meu filho a ler?

Pequenos passos, como deixar os livros ao alcance das mãos e ler pelo menos 20 minutos por dia, fazem toda a diferença. Algumas dicas práticas:

Dê o exemplo e leia você também. É bom para você e excelente para seu filho, que seguirá seu modelo naturalmente.

Deixe os livros à mão para ele folhear e inventar histórias. Livros têm de ser vividos, usados, não podem parecer objetos sagrados.

Reserve um horário para a leitura e transforme em um momento de prazer. Aconchegue-se com seu filho, leia para ele, mostrando as palavras. Quando ele crescer, ajude-o na leitura.

Frequente livrarias e bibliotecas. Dê livros, gibis ou revistas de presente.

Comente sempre o livro com ele. Incentive-o a falar da história e contá-la para outras pessoas.

Empreste livros para os amiguinhos dele. Estimule a troca e as conversas.


Estimule atividades que usem a leitura - jogos, receitas, mapas

Via Educar para Crescer


30 de jun. de 2014

Eu e a Leitura


Nasci numa grande família, e no meu núcleo familiar, sou a número dois. Tive uma infância e juventude maravilhosa, junto com mais quatro irmãos.

Morávamos em uma antiga casa no bairro da Boa Viagem (Cidade Baixa), e o nosso quintal era o mar. Nas laterais da casa tínhamos horta, galinheiro e lavanderia. Na frente da casa, um jardim onde um enorme Ficcus rendeu muitas brincadeiras.

Sob este Ficcus, havia gangorra de corda de sisal, e uma enorme escorregadeira de madeira, feita por um marceneiro de nome Pofirio. Talvez por ser um nome incomum, jamais esqueci.

“BENDITO AQUELE QUE SEMEIA, LIVROS, LIVROS, À MÃO CHEIA” Castro Alves. Foi isso que meus pais me proporcionaram, “LIVROS, LIVROS ..., tinha de tudo no gabinete de meu pai.

Na infância, a coleção do Reino Infantil, c/ os contos de fadas. As Fabulas de La Fontaine,  A Historia dos Índios Americanos, A vida Tarzan e muitos outros.

Na juventude, tivemos encontros com Machado de Assis, Paulo Setubal, José de Alencar, com a coleção da vida das mulheres celebres e homens ilustres, que concorriam c/ os livros de bolso, onde a espiã Brigitte Monfort, desvendava   mistérios impossíveis p/ a Cia Americana.

As revistas em quadrinho, e os romances de amor da Coleção das Moças  e de Madame Delly, tinham grande aceitação de minha parte.

Além das leituras, tive a oportunidade impar de ouvir muitas estórias e “causos”. Tudo isso narrado pelos mais inusitados contadores.

Primeiramente minha mãe, que enchia meu imaginário, com estórias de sua infância passada  na Fazenda Paty (Conceição de Feira) com suas irmãs, onde eram educadas por uma tia professora.

Muitas outras estórias, ouvi através de discos LPs. Jamais esquecerei as aventuras de: Simbad o marujo,   as peraltices de Pedro Malazartes, o Gato de Botas, dentre outras.

Quando chegaram os filhos, quis muito q/ tivessem a mesma oportunidade e não poupei esforços para isso.
Ao que tudo indica, a ideia de promover a leitura, deu frutos por aqui. Cada um dos filhos do seu jeito, deu o ar da graça. Um escreve trocadilhos, outra escreve poemas, e Bia teve a ideia deste blog, para falar do seu amor pelos livros.


Portanto minha gente, nada de poupar incentivos à leitura. Vamos animar esta geração a descobri as delicias de um bom livro.


19 de jun. de 2014

Dicas para Contar Histórias



As crianças adoram ouvir histórias e existem algumas dicas, importantes, que podem tornar esse momento ainda MAIS ESPECIAL. Ao ouvir as palavras durante a contação de história e tentar pronunciá-las, os bebês também desenvolvem sua linguagem, mesmo que ainda não saibam falar.

As dicas, aqui sugeridas, foram elaboradas pelo Maristela - Blog Pra Gente Miuda, é importante tomar algumas medidas para que eles não se assustem ou chorem...

Vamos conhecer as sugestões:

  1. Usar tom de voz suave, evitando gritos ou alterações bruscas de voz.
  2. Nunca fale alta ou grite em momentos empolgantes da história para não assustar o bebê.
  3. Não fazer movimentos bruscos com o corpo.
  4. Utilizar canções suaves, como os acalantos.
  5. Se inserir objetos na contação de história, optar por elementos simples e coloridos (lenços, bolas etc.).
  6. Evitar narrativas longas. Em vez disso, optar por cantigas, parlendas e contos mínimos.
  7. Associar a contação com a hora do sono, pois histórias acalmam os bebês e os ajudam a dormir.
  8. Ao usar livros, opte por obras com figuras grandes e coloridas, que estimulam a percepção visual.
  9. Toque a criança com carinho e cuidado.
  10. Use sempre histórias e contos pequenos. Uma boa dica são parlendas (aproveite o folclore).
Quem tem mais dicas?? Envie para nosso Blog (cirandacontada@gmail.com).


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